Óleo de milho – da frigideira à cosmética

O milho, abati, auati e avati… Apesar de tantas nomes esse cereal ofereceu-nos uma maravilha – óleo de embriões de suas sementes. As propriedades saborosas e aromáticas do produto são neutras, com uma cor amarela-acastanhada e transparente. Em casa estamos a empregar esse produto para fritar, estufar e como base de molhos. Esse produto é recomendado para consumo diético e alimentação infantil.

Propriedades do óleo de milho

Esse produto, no fundo, é muito rico de substâncias úteis que se encontra na nossa cozinha, contendo vitaminas Е, А, В1, В2, РР, F, К, colinas, minerais Fe, Mg, K. Está abastecido de ácido oleico, linoleico, palmítico, esteárico, lecitina e fitoesterina. Um dos maiores benefícios do óleo de milho é a vitamina E, cujo teor no óleo de milho muito além do óleo de girassol. A vitamina Е produz efeito positivo à hipófise, sistema endócrino, glândulas sexuais e suprarrenais.

Além disso, há de sublinhar as propriedades uteis do óleo de milho capazes de influenciar de forma positiva o funcionamento do nosso organismo e processos decorrentes nele. Um verdadeiro óleo de “ouro”:

  • melhora tónus de músculos;
  • contribui ao sonho tranquilo e bom estado;
  • tranquiliza o sistema nervoso;
  • estimula elaboração de endorfina;
  • melhora estado de pele e cabelo;
  • reforça imunidade;
  • bloqueia reações alérgicas;
  • trata de enxaqueca.

Classificação do óleo de milho

As propriedades naturais do óleo de milho são bastante diferentes de outras gorduras de origem vegetal. O mais parecido é o óleo de soja.

O óleo pode ser:

  • não refinado;
  • refinado não desodorizado;
  • refinado desodorizado da marca D (emprega-se para produtos de alimentação infantil e dieta);
  • refinado desodorizado da marca P (para uso doméstico e hoteleiro).

Como se vê há vários tipos desse produto. Antes de comprar o produto pensa sobre sua refinação e desodorização. Um óleo não desodorizado tem próprio odor especifico. Um óleo não refinado tem cor escura, com próprio odor especifico, mas bastante agradável, quando a cor desse tipo de óleo é acastanhado e pode ter um sedimento. As vezes há registo de resíduos de pesticidas.

O óleo que se vende nos supermercados, na sua maioria, é refinado, utilizado para saladas. Tem cor amarelado claro e com aroma própria.

Fatos interessantes relativamente ao óleo de milho

  • O óleo de milho, além de ser um produto benéfico, usa-se para fins culinários e cosméticos. Ainda se emprega como matéria-prima para combustível de origem vegetal. Ainda se usa como base de óleos técnicos, tintas, detergentes. Também, seus derivados se usam na industria têxtil.
  • As substâncias ativas do óleo de “ouro” são capazes de reforçar a lactação, sendo assim, os médicos aconselham às gestantes consumir o óleo de milho durante a lactação.
  • O teor calórico de 100 gramas do óleo de milho é de 900 kcal. Se analisar a ligação gorduras-proteínas-glícidos, o óleo não contém últimos dois componentes, quando as gorduras compõem 99.9% do seu teor.

Uso do óleo de “ouro”

Pessoas que regularmente consomem o óleo de milho registam melhoramento significativo do tónus muscular, tenacidade. Os especialistas de alimentação aconselham as pessoas que praticam atividade física ou desportiva consumir esse produto.

Os genéticos também estão a investigar as propriedades do referido produto. O óleo de milho é necessário para prevenção de mutações que surgem devido à influência química e radiação iónica.  É um produto que reforça o sistema imune humano, sendo que, segundo os dados estatísticos, pessoas que regularmente consomem o referido produto sofrem menos de infeções e outras doenças.

É um produto que demonstrou excelente resultados como auxiliar na terapia de recuperação depois de doenças graves e intervenções cirúrgicas. O consumo de 1 colher de produto duas vezes por dia meia hora antes de refeição normaliza funcionamento da vesícula biliar.

O óleo é administrado em caso de perturbações metabólicas que se revela em peso excessivo. Também é benéfico para consumo por diabéticos e pessoas com perturbações intestinais.

Uso exterior é recomendado em caso de queimaduras por frio e térmicas, para cura de feridas, tratamento de eczema e psoríase. Os cosmetologistas recomendam usar óleo de milho como balsame para lábios.

A lecitina, que faz parte da composição do óleo, ativamente se emprega na industria de beleza e cosmetologia. Tendo antioxidantes que contribuem ao rejuvenescimento de cabelo e pele, reforçando os processos regenerativos, obstaculizando e travando os processos de envelhecimento. Com essa substância benéfica o nosso organismo se liberta de colesterina nocivo que se acumula nos vãos impedindo a transitividade de mesmos.

Também, esse tipo de óleo é usado para clarificação de nodoas pigmentadas. Uma máscara à base do óleo de milho é capaz de nivelar o tono da pele, fazendo-a mais lisa, tirando as rugas. Os cosmetologistas recomendam misturar clara de ovo, mel e óleo de milho para fazer máscaras cutâneas.

Para melhorar estado de pernas e braços pode fazer um banho de óleo de milho. Neste caso seria ideal de mistura-lo com iodo. É benéfico aplicar o óleo de milho aos mãos antes de se deitar vestindo luvas próprias para criar um microclima.

Também, o óleo de milho é ideal para acompanhar uma massagem relaxante ou de tratamento. O efeito se reforça quando adicionar alguns pingos de um óleo de éter.

O cabelo ficaria agradecido se você uma hora antes de lavagem esfregar o óleo de milho à pele de cabeça, colocando um chapéu de toalha e passando assim 60 minutos. Depois o cabelo fica volumoso, brilhante e sedosa.

Contraindicações para aplicação

Não há contraindicações gerais para uso de óleo de milho. Mas, tal como na aplicação de qualquer outro produto, deve sempre lembrar incompatibilidade pessoal e sensibilidade individual. Assim, caso tem receio de usar esse produto, sem ter certeza da reação do seu organismo ao óleo de milho, consulta o seu médico ou começa a tomada com dosagem reduzida.

Única proibição que existe para uso do óleo de “ouro” é o prazo de validade expirado. Quando o óleo está turvo com um sedimento improprio, amargo, significa que não se deve usar esse produto. Um óleo com prazo de validade expirado contem oxidações nocivas para saúde.

Problema de escolha: óleo de girassol ou de milho?

Geralmente um consumidor tem grande dificuldade a escolher um dos dois óleos. Ambos produtos são merecedores da nossa atenção. O óleo de milho contem maior parcela da Omega-9, quando o óleo de girassol tem muito mais Omega-3 e Omega-6.

O indicador mais importante onde o óleo girassol tem maior vantagem sobre o óleo de milho é o teor de ácidos gordos. Os ácidos gordos libertam o nosso organismo de colesterina a mais.

Mas, quando se precisa um tratamento térmico, o óleo de milho ganha vantagem, sendo que Omega-9 é mais resistente às temperaturas altas. Quando fritar ou assar o óleo a oxidação é mínima. A percentagem de ácidos gordos no óleo de milho é menor, comparando com o óleo de girassol, por isso o óleo de milho é mais apto para tratamento térmico.

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