Vitamina D é um medicamento solar gratuito ou mais um mito?

Ultimamente os cientistas, doutores e professores estão a realizar uma séria de experiências relativamente à investigação da vitamina D. Nos seus tempos, os melhores cientistas e todo o mundo progressivo, com trabalhos de Linus Pauling, foram surpreendidos por teoria da vitamina С, quando foi revelado o seu benefício para o nosso organismo. Atualmente surgiram opiniões que tudo isso é sobre a   vitamina D, sendo que nos seus tempos apenas erraram na letra.

Os testes realizados e seus resultados explicam que falta da vitamina no organismo se pode provocar as doenças cardiovasculares, psoríase, cancro, esclerose. Mas, devido à falta de comprovação científica, os funcionários da saúde explicam, que nesse momento, não é aconselhável recomendar administração de referida substancia para fins de prevenção.

Há tempos que tomamos o conhecimento que para o nosso organismo, a fim de recuperar o nível da vitamina D, é suficiente tomar os banhos solares e passeios ao ar livre, especialmente para organismo infantil. Provavelmente, mesmo por isso o estudo da vitamina D não se realiza em grande escala, por não ter apoio de industrias farmacêuticas internacionais. Pois, nada se ganha com isso: não se ganha muito com o sol, assim, não há investimento ao estudo da D…

Efeito produzido ao organismo por vitamina D

As pro-hormonas, chamadas substâncias inertes de dissolução de gorduras são a vitamina D, que se chama D3, o colecalciferol, que se pode formar respondendo ao efeito produzido por luz solar, além disso, há probabilidade de tomar a vitamina junto com alimentação de origem animal. D2, o ergocalciferol, os seres humanos tomam com alimentação de carne, peixe e determinados tipos de cogumelos.

A vitamina D cria-se na pele humana da colesterina, respondendo ao efeito produzido por ultravioleta diretamente, transformando-se a seguir em D3 e passando ao sangue e fígado. Para os mesmos locais, estão a ser transmitidos as vitaminas D2 e D3 provenientes de alimentação. As vitaminas no fígado se transformem em calcidiol. A última substancia se transforma nos rins ao calcitriol. Como se define a falta de vitamina D? Ao paciente com sintomas de défice da vitamina é feita uma analise sanguínea para definir o nível de calcidiol.

A função mais importante da vitamina D é a formação do tecido ósseo, sem essa substância o organismo não assimila nem cálcio, nem fosforo. Essa vitamina milagrosa é capaz de regular a partilha de células e reações imunes do organismo, diferenciar as células, influenciar secreção de hormonas.

Determinadas células e tecidos apresentam recetores de calcitriola capazes de regular síntese de proteína. Os recetores da vitamina estão no cérebro, coração e pele, no intestino e órgãos sexuais – cerca de 40 tecidos e órgãos. Há provas que 3% do genoma estão regulados por hormona 1, 25 (ОН) 2 D, formado de calcidol.

Propriamente ó calcitriol é capaz de revelar-se fora do nível de genoma, sua capacidade de colar-se aos recetores altera atividade de fermentos no meio de células. Assim, a regulação é feita de forma mais rápida (quando ao contrário do método de genoma, o processo demora somente dezenas minutos). Primeira vez, isso foi registado em 2012 no relatório de cientistas que investigaram recetores associados à proteína G, que receberam por isso um prémio de Nobel.

Vitamina e oncologia

Os especialistas na área e cientistas estão a questionar se a falta de consumo vitamina D aumenta o risco de determinadas doenças como cancro, osteoporose ósseo, diabetes. Primeira vez a opinião relativamente a corelação entre os raios solares e o cancro foi dada em 1937, quando em 1941 foi explicado que a criação de cancro depende da área de residência, sendo que, quanto mais perto à linha equatorial, tanto menos são doentes.

Em 1980 o Cedric e Frank Garland publicaram na revista «International Journal of Epidemiology» as provas de suas experiências esclarecendo que a vitamina D em norma reduz o risco de formação de cancro de intestino. Comprovado que habitantes de áreas rurais tem menos doenças de cancro.

As cientistas pressupõem que a volta de 25 (ОH)D (ou não menos de 75 nmol/l) reduz o risco de formação de cancro de peito, ovário e intestino. Entretanto, os referidos danos não têm confirmação cientifica, sendo que é dificilmente se encontra pessoas que aceitarão participar na experiência.

As doenças de carater oncológica estão a desenvolver-se no organismo de forma acumulador, por isso, não é viável considerar a relação direta entre a falta de vitamina a um determinado momento de tempo e criação de doença. Pois, a doença se desenvolve durante anos, sendo que dificilmente se calculará o nível de vitamina no organismo durante vários anos.

As investigações realizadas por especialistas na área de corelação entre o cálcio e a vitamina D, analisando o efeito produzido por vitamina aos outros aspetos da nossa saúde. O desenvolvimento de osteoporose é provável quer aos homens, quer às mulheres com uma determinada idade, por isso, a finalidade de investigação era estudar o efeito produzido por vitamina D para prevenir a fragilidade de ossos humanos.

Os resultados obtidos por irmãos Garland são surpreendentes. Os cientistas comprovaram que pessoas que regularmente fazem passeios ao ar livre ou tomam complexos de vitamina, estão sujeitos às doenças de cancro em 50% menos.

Os especialistas confirmaram que aumento no sangue de 25(OH)D em 25 nmol/l reduzem o risco de formação de doenças em 17%. Também foi confirmado que com chegada normal de vitamina ao organismo humano é mais fácil combater uma doença. Na totalidade foram feitas a volta de 300 investigações relativamente à corelação entre referida substância e doenças oncológicas.

Assim, os especialistas propuseram aumentar o consumo de vitamina até 2000-4000 МЕ por dia (МЕ é uma dose de substância, hormona ou vitamina).

Há de sublinhar, que a percentagem de doença entre a população nórdica é maior comparando com pessoal do Sul. Também, nem sempre é confirmada a corelação entre esses componentes durante diversas épocas do ano, ou seja, que no inverno morre menos gente, comparando com épocas com atividade solar mais ativa.

Mais um exemplo. As doentes que sofrem de cancro na Noruega estão diagnosticadas mais no inverno e na zona norte do país, quando a taxa de mortalidade, durante esse período, continua inalterável. A explicação dada por cientistas é seguinte: vivendo na zona norte, a população consome mais peixe gordo que cobre a falta de efeito solar no organismo.

Como funciona a vitamina D?

As cientistas consideram que existem dezenas mecanismos de proteção por vitamina, que é capaz influenciar o crescimento de células e vasos, produzindo um efeito contra inflamatório. As investigações demonstraram que a mesma é capaz de reprimir o crescimento de células de cancro.

Determinados cientistas agora estão a implementar os resultados de referidas investigações, tendo que médicos estão a tentar de tratar ou pelo menos deter o desenvolvimento de tumores malignos vom administração de vitaminas. Atualmente há várias investigações em curso relativamente esse assunto, por exemplo, na clinica alemã “Charité”, onde também estudam o efeito produzido por vitamina D ao tratamento de esclerose.

Quantidade da vitamina solar

É importante saber que as normas adaptadas em diversos países são diferentes, as vezes consideravelmente. Tudo de acordo com a posição geográfica do país relativamente à linha equatorial.

Nos EUA em 2010 foram definidas seguintes doses da vitamina solar para organismo humano: com quantidade abaixo de 50 nmol/l, regista-se falta da substancia, quantidade em 50-74 nmol/l é insuficiente, e 75 ou mais – a quantidade suficiente da vitamina no plasma sanguínea. O raquitismo é diagnosticado com quantidade inferior de 25 nmol/l.

Idade Dose diária recomendada de vitamina D (ME) Limite superior segura de vitamina D (ME)
0 – 12 meses 400 1000 – 1500
1 – 13 anos 600 2500 – 4000
14 – 18 anos 600 4000
19 -70 anos 600 4000
71 anos e acima 800 4000
Gravidas e gestantes 600 4000

Além disso, deve considerar que apesar de ter forma de vida saudável, com alimentação correta e passeios regulares ao ar livre, às vezes, é diagnosticada a falta de vitamina. Como o tal é possível? Nem tudo é tão simples como parece: o ritmo acelerado da vida prevê uma alimentação rápida, falta de passeios ao ar livre, assim aconselha-se a administração da vitamina D em aditamentos alimentares. Hoje em dia a maioria de população tem baixo nível de calcidiol no sangue.

Se falar sobre os EUA, segundo os dados estatísticos, a volta de terso da sua população encontra-se na zona de risco – consumindo a substancia solar em falta, abaixo da dose necessária. Na Índia e China mais de metade da população não consome a norma, estabelecida em 75 nmol/l. Os motivos são diferentes – falta de luz solar, cor escura da pele, baixo consumo de pratos de peixe – mas o resultado de défice é sempre idêntico.

Se falar sobre alimentação, a maior quantidade da vitamina D está em cogumelos de floresta, boletus edulis e shitake. Também, a vitamina D3 encontra-se no fígado de peixe, no peixe, na leite e manteiga.

Produto Teor da vitamina D em 100 gr (ME)
Peixe gordo 200 – 400
Fígado até 50
Manteiga até 35
Gema de ovo 25 – 60
Carne 13
Óleo de milho 9
Leite 0,3 – 4

Para manter o nível normal de vitamina um ser humano deve consumir a volta de 600 МЕ, que significa que necessário comer apenas o peixe gordo. Imagina? Para nós isso é impossível, por isso, é logico, com alimentação somos capazes receber apenas até 10% da dose necessária. Por isso, dependemos da luz solar.

Os banhos solares estão obrigatórios para organismo diariamente durante 30 minutos. Esse procedimento em Califórnia ou Espanha pode ser reduzido até 12 minutos, quando é recebido 3000 МЕ por dia. A tomada de sol deve ser feita sem algum creme, assim, quando uma pessoa durante 24 horas tomar sol até vermelhidão da pele considera-se que tomou 10000-20000 МЕ da substância.

Desde infância sabemos que tomada de sol deve ser breve, caso contrário pode provocar o cancro de pele. Assim, para produzir a vitamina D deve combinar a tomada de sol com alimentação, comendo peixe gordo, consumindo aditamentos de vitamina durante inverno. Para ter quantidade necessária da vitamina no inverno deve consumi-la no verão.

Entretanto: os apreciadores de solário devem considerar que o efeito do solário é diferente do efeito da luz solar, assim, tendo a cresta não ganha a vitamina para o organismo.

Quem precisa mais da vitamina D

Qual categoria da população sofre de falta de vitamina D em primeiro lugar? A resposta é evidente:

  • idosos que não praticam passeios ao ar livre de forma suficiente;
  • recém-nascidos, a mãe deve passar mais tempo com criança ao sol;
  • residentes nas áreas nordicas.

Maioria de nos tenta evitar contacto direto com o sol, aplicando cremes até quando estão a tomar banhos solares. Os referidos meios estão capazes de proteger corpo de radiação ultravioleta, mas, ao mesmo tempo, estão a dificultar a produção da vitamina D3. As pessoas com cor da pele mais escura deverão passar mais tempo ao sol para receber quantidade necessária da substância.

As pessoas com peso elevado precisam mais da vitamina D3. O índice de massa do peso pode ser calculado através da formula seguinte: dividir o peso para altura em metros 2 vezes, se o resultado for 25-30 kg/m, são os quilogramas a mais, mais de 30 – regista-se obesidade. Comprovado que maior for o índice tanto menos o número de elementos proveitosos nas células sanguíneas. Soma da massa do peso em 1 reduz o teor de calcidiol em 0,7-1,3 nmol/l.

Analisando a estatística os cientistas detetaram que 19% de homens e 27% de mulheres com índice em norma, apresentam o teor geral de vitamina D3 em 100 nmol/l.  75% de homens e 40% de mulheres com peso elevado, apresentam falta de vitamina na época de inverno. 70% de homens e 62% de mulheres com peso elevado apresentam a falta de vitamina.

Vitamina D é solúvel por gordura, por isso encontra-se nos tecidos gordurosos com difícil acesso. Mulheres com formação corporal normal um terso encontra-se em gordura, um terso nas vias sanguíneas e resto em outras partes do corpo.

Assim sai o resumo lógico: a obesidade contribui para formação de doenças de cancro. A predisposição às doenças de homens e mulheres é diferente, mas o mecanismo é parecido: a obesidade provoca insensibilidade à insulina que resulta em inflamação e redução do numero de globulinas. Desta forma, a obesidade, a falta da vitamina D e a probabilidade de doenças oncológicas estão associadas. Esta hipótese está comprovada com estatística: pessoas com peso a mais com índice 45 apresentam doenças oncológicas duas vezes mais comparando com pessoas magras, quando 20% doentes tiveram falta de vitamina solar. O nível baixo para cancro de mama considera-se em 40%, quando para cancro de intestino é de 70%.

Atualmente as normas de consumo de substancia solar devem ser revistas. Há discução entre cientistas de vários países, sendo que especialistas canadianos consideram que diariamente se deve consumir a volta de 2000-6000 МЕ.

Mas existe a parte negativa:  não se excede, sendo que a sobredosagem da vitamina é tanto nociva, como e sua falta.

Não tenha pressa, o consumo moderado de alimentos e vitaminas dará o resultado necessário. Responde aos sinais do seu corpo e tudo será excelente!

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